
NOVA YORK, Estados Unidos - Uma pesquisa feita por uma multinacional com mil mulheres de dez cidades americanas chegou a uma triste conclusão para a auto-estima masculina.
Sem pensar duas vezes, a maioria declarou que preferia ficar 15 meses sem sexo em troca de roupas novas. 2% ficariam 3 anos no "deserto" em troca de panos novos.
Elas também são mais fiéis aos modelitos que aos companheiros. Mulheres entre 18 e 54 anos em geral mantêm suas roupas favoritas durante 12 anos e meio, um ano a mais que sua relação mais longa.
70% declararam acreditar em amor à primeira vista entre uma mulher e um vestido perfeito. Com relação aos homens, o número cai para 54%.
48% declararam que, ao contrário dos parceiros, suas roupas favoritas as fazem se sentir mais confiantes e sexys.
"Dizem que a roupa faz o homem, mas pelo jeito a roupa pode substituir o homem", declarou o designer de moda, estilista e astro da série de TV "Queer Eye for the Straight Guy" Carson Kressley.
Fonte: G1
Mas o que é isto?
Sem pensar duas vezes, a maioria declarou que preferia ficar 15 meses sem sexo em troca de roupas novas. 2% ficariam 3 anos no "deserto" em troca de panos novos.
Elas também são mais fiéis aos modelitos que aos companheiros. Mulheres entre 18 e 54 anos em geral mantêm suas roupas favoritas durante 12 anos e meio, um ano a mais que sua relação mais longa.
70% declararam acreditar em amor à primeira vista entre uma mulher e um vestido perfeito. Com relação aos homens, o número cai para 54%.
48% declararam que, ao contrário dos parceiros, suas roupas favoritas as fazem se sentir mais confiantes e sexys.
"Dizem que a roupa faz o homem, mas pelo jeito a roupa pode substituir o homem", declarou o designer de moda, estilista e astro da série de TV "Queer Eye for the Straight Guy" Carson Kressley.
Fonte: G1
Mas o que é isto?
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Juram os entendidos que esta foi uma situação real que ocorreu já lá vão muitos anos. Um homem entrou com a namorada no restaurante do Ritz Carlton de Paris e pede um Mouton de 1928. O criado volta com um decanter cheio de vinho, e deita um pouco no copo para o cliente provar. Este pega no copo, cheira o vinho e pousa o copo na mesa, comentando agastado: "Isto não é um Mouton de 1928"!!! O criado assegura-lhe que é e, rapidamente, cerca de 20 pessoas rodeiam a mesa, incluindo o chefe e o gerente do hotel que o tentam convencer que o vinho é mesmo um Mouton de 1928. Finalmente, alguém resolve perguntar-lhe como sabe que não é um Mouton de 1928. "O meu nome é Phillipe de Rotschild e fui eu que fiz esse vinho". Consternação geral. Por fim, o criado que o serviu dá um passo em frente e admite que deitou na garrafa de decantação um Clerc Milon de 1928, acrescentando: "Eu não consegui suportar a ideia que ia servir a nossa última garrafa de Mouton 1928. Mas o senhor também é o proprietário dos vinhedos de Clerc Milon que ficam na mesma aldeia do Mouton. Faz a vindima na mesma altura, a mesma poda, esmaga as uvas na mesma ocasião, põe o mosto nos mesmos barris, engarrafa-os ao mesmo tempo e até usa ovos das mesmas galinhas para os refinar. Os vinhos são iguais, apenas com uma pequeníssima diferença geográfica". Rothschild puxa o criado junto a si e murmura-lhe ao ouvido: "Quando regressar a casa esta noite, peça à sua namorada para despir a roupa interior, seja gentil e suave com ela , como se fossem fazer amor. Enfie um dedo no orifício da frente e outro no traseiro e veja a diferença de cheiro que pode existir numa pequeníssima diferença geográfica.
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