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Acabem com o AI FAI por favor



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Mas isto não é um smart??

Talvez não tenha espaço, ou talvez seja uma mulher??


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Lento muito Lento....




nuno markl sempre a amandar coisas hehe..



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A Ferrari deve apresentar no Salão de Frankfurt, na Alemanha, a nova geração de um dos ícones de sua história: o cupê Dino. Pelo menos é o que revela a revista alemã AutoZeitung, que menciona que o fabricante italiano estaria preparando um concorrente à altura de supermáquinas como Porsche 911 e Aston Martin V8 Vantage.



Segundo fontes da publicação, o novo Ferrari tem a denominação Dino Concept e terá velocidade máxima de 297 km/h, graças à motorização V8 de 406 cavalos de potência. Dotado de vários componentes utilizados na Fórmula-1, como o sistema de transmissão, o novo Dino será capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 4 segundos. Para tornar tudo isso "controlável", a fabrica de Maranello dará ao veículo um chassi totalmente em alumínio e travões de fibra de carbono.
Apesar de não trabalhar na Ferrari, o designer turco Ugur Sahin concebeu um estudo de estilo baseado no Dino original, como uma sugestão para a marca do cavalo rompante. "O objetivo foi criar um carro que exibisse estilo, modernidade, dinamismo e visual orgânico e ao mesmo tempo fosse fiel à Ferrari Dino e à marca Ferrari de uma forma geral", explica Sahin. Com visual marcado por curvas, o conceito parece ter sido influenciado por estilos retrô e moderno ao mesmo tempo.


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Christopher Michael Benoît (nascido a 21 de Maio de 1967 em Montréal, Québec, falecido a 25 de junho de 2007 em Georgia), foi um Canadiano-Francês lutador profissional de wrestling correntemente a lutar pela WWE na sua brand ECW. Benoit, que cresceu em Edmonton, Alberta, é conhecido mundialmente como um dos melhores lutadores técnicos e pelos seus talentos atléticos no pro wrestling. Chris Benoit treinou em Calgary, Alberta sobre os ensinamentos de Stu Hart na sua "Masmorra" ("Stu Hart's Dugeon") e tornou-se um dos muitos talentos que foram ensinados por Stu, tais talentos como: Bret e Owen Hart, Davey Boy Smith, Lance Storm, Chris Jericho, e outros. Reteve variados titulos em numerosas promoções, sendo o mais prestigiado o titulo de Campeão Mundial de Pesos Pesados. Recentemente foi campeão dos Estados Unidos da WWE cedendo o titulo para Montel Vontavious Porter


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E foi assim de camarote e a borla










Diz Gerard Way, a certa altura da estreia da sua banda por Portugal, que, há cinco anos, quando tocaram em Madrid, 15 pessoas da audiência eram portugueses – e que esses 15 portugueses tinham marcado a diferença naquela noite. Meia década depois, é perante mais de 3 mil pessoas que os My Chemical Romance se aventuram pela primeira vez em território nacional. E quaisquer que fossem as expectativas, por mais positivas que pudessem ser, terão concerteza sido ultrapassadas. Porque a verdade é que os My Chemical Romance foram verdadeiramente abafados pelo coro de milhares que, a plenos pulmões e de forma quase ensurdecedora, entoaram as canções de morte que têm feito a vida da banda americana.

Sabia-se que a lotação da sala lisboeta estava esgotada – mas de muito longe se poderia imaginar que os MCR fossem uma banda de culto. Um culto verdadeiro e sentido – aquele que leva a que, várias horas antes sequer da abertura das portas, o átrio do Coliseu já estivesse repleto. O preto imperava, as maquilhagens a copiar a imagem da banda eram uma constante e a euforia era quase palpável. E foi essa mesma euforia que invadiu o Coliseu quando as luzes se apagaram e se começaram a ouvir os primeiros acordes de “This Is How I Disappear”. Estava dado o mote para uma noite, no mínimo, memorável.

Questionava a BLITZ, em Janeiro deste ano, se os MCR, com a edição do épico e conceptual The Black Parade , se arriscavam a ser uma das maiores bandas rock do mundo. A resposta foi dada esta noite: onde as canções do grupo, em disco, são magistrais, ao vivo ganham ainda mais emoção, o drama cresce, a encenação descobre um corpo e os sentimentos encontram par. Só isso pode justificar que, do princípio ao fim, o público tenha cantado cada uma das palavras entoadas por Gerard Way, que as palmas nunca tenham parado, que os gritos de devoção tenham feito suspeitar de uma verdadeira “My Chemical Romancemania”.

Em pouco menos de hora e meia, os MCR, de forma seguríssima e com interpretações irrepreensíveis, mostraram que são uma verdadeira máquina em cima do palco. Mesmo que a ajuda tenha sido muita: o primeiro hino foi encontrado com “Dead!” mas havia de repetir-se ao longo de todo o concerto. Mesmo com as visitas a Three Cheers For Sweet Revenge – como em “The Ghost of You”, em que Way pediu que se baixassem as luzes e se levantassem os isqueiros e os telemóveis, numa moldura quase arrepiante. E, para quem pudesse pensar que o grupo tinha rompido apenas com o recente The Black Parade , a forma inequívoca como “Cemetery Drive” ou “Give’Em Hell, Kid” foram recebidas só veio comprovar que o tal culto não é de hoje…

Quem subiu ao palco do Coliseu dos Recreios não foi a Black Parade – que é como quem diz, não foi a banda em versão militar. Foram uns MCR tingidos do preto que faz parte das suas canções – desfalcados do baixista Mikey Way, ausente em licença de casamento – mas completamente imparáveis. Dizia o vocalista, à tarde, em conversa com a BLITZ, que a sua vida era tocar. E o que o grupo fez no palco português, algumas horas mais tarde, foi abrir as portas da sua vida e partilhá-la. Mesmo que se contem relatos de morte (“Cancer”), de desilusão (“I’m Not Okay (I Promise)” ou de angústia (“Teenagers”). Dizia também Way, à BLITZ, que The Black Parade era o disco mais positivo dos MCR. À noite, as dúvidas dessa afirmação acabaram por dissipar-se – porque a entrega total, dos dois lados daquele concerto, em momentos como “Welcome to The Black Parade”, “I Don’t Love You” ou “Mama”, pareceu uma libertação. Em “Famous Last Words”, vai cantando Gerard Way – “I am not afraid to keep on living, I am not afraid to walk this world alone ”. As probabilidades de isso vir a acontecer são remotas. Ao seu lado, neste momento, estão milhares.


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Gosto da marcha do cavalo este jel é o maior..


qual gato fedorento...


istó é que é humor em termos pá


Salazar a presidente..
e o reco só quer é cavalo



e os bloopers


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Loucura



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Estes é que são malucos...



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quem é que se nega a isto?



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